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Engenho-moinho-terra, 2018-2019.

Esculturas, objetos e instalação.

Engenho - moinho - terra é uma série de objetos que refletem o processo de trabalho colonial na história do Brasil, criando um paralelo temporal entre o período da plantação e o ano de 2018, momento no país onde o subemprego aumenta exponencialmente e os direitos trabalhistas são subtraídos dos trabalhadores, principalmente a população negra. Etimologicamente, a palavra "trabalho" deriva do latim "tripalium"; nome de um instrumento de tortura formado por três pernas de ferro e madeira, usado contra escravos e prisioneiros, cujo significado origina o verbo torturar. Construo essas indefinições formais e crio objetos semânticos, que tencionam noções como o trabalho braçal, a violência, a noção de gambiarra e o culto e\ou fetichismo da mercadoria.

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# 1. 2018 . Correntes, cabo de ferramenta

#7. 2018. Ferro forjado e bambu

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#10. 2019. Madeira, ferro fundido e corda

#5. 2018. Ferro fundido, madeira, algodão

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#8. 2019. Ferro fundido, balança de medição, madeira e algodão

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#2. 2018. Ferro fundido, crochet e prego.

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Strange fruit. Escultura. Ferro fundido, tronco rasgado e cimento branco.
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Ponteiros. Instalação. Prego e ferrugem sobre papel vegetal. 2019
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Vista da exposição Memento. Séries Ponteiros, Achados, Engenho-moinho-terra e Strange fruit.

© 2022 Lucas Soares

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